Gostaria de ser bom o suficiente para ziguezaguear palavras,
Para caminhar com sentimento por entre as folhas,
Distribuindo palavras e elogios a vida com a firmeza de um otimista,
Queria sair pelo mundo deixando minhas pistas,
Letras e palavras escritas espalhadas em textos curtos ou redações compridas,
Missões semi-cumpridas de compartilhamento de amor puro,
Perder-me em pensamentos vagos que de tão profundos se enraízam e minha mente,
Dominam meu coração e cobrem minha vida de sentido,
Por mais que lhe pareça perdido,
É um devaneio medido de alguém que sente a vida a flor da pele,
Livre de entorpecentes que não seja a troca constante de sentimentos,
Sonhos românticos de bons momentos!
Amor! Amor! Amor!
A música francesa que me invade de paixão,
Mesmo que não compreenda uma só palavra,
Assim como a música clássica que me cobre só de acordes, notas e sons,
Tudo imaginação! Tudo criação! Tudo sonho!
Paixão! Paixão! Paixão!
Tudo criado por mim,
Toda magia de um cérebro apaixonado,
Um coração viciado em viver apertado,
Em bater desritimado! Apressado!
Um corpo inquieto e distante dos bons comportamentos para os quais dizem ser criado!
Um corpo, um cérebro, um coração liberto e libertado!
Um viver constante! Um ser um eterno apaixonado!
Apaixonado por palavras, curtas ou compridas, vagas ou cumpridas,
Apaixonado pela vida, real ou iludida!

Felipe Hudson