Aguardando seu abraço repentino,
Desde menino,
Esperando,
Mas com medo do aperto de seus braços,
Caminhando a esperar a hora do seu fatídico abraço,
Para descobrir o que cá eu faço,
Em meio a tantas escolhas e tantos caminhos,
Entender o caminhar disperso do viver a espera do desconhecido,
Eu aborrecido vivi encolhido,
A reclamar da sorte,
Esperando um abraço ou um beijo da morte.

Felipe Hudson