Insistir ou desistir?
Qual o limite entre persistir ou inutilmente insistir?
Quando ouvir o cansaço e quando não ouvir?
Qual o limite entre preguiça e cansaço?
Quando aceitar o truco ou dizer “eu passo”?
Quando parar de fumar ou comprar um maço?
Quando se achar esperto ou um simples cabaço?
Qual a linha que limita o aperto de mão, o beijo ou o abraço?
Como saber se foi justiça ou pouco caso?
Como perceber se nos afogamos no raso?
E quando as escolhas foram feitas todas ao acaso?
Como decidir em que autor eu me embaso?
Escolher a flor pela cor ou pelo vaso?
Quando é um romance e quando é um caso?
A vida me persegue ou sou eu que me caço?
Amarro o cadarço com um ou dois laços?
Sentar e esperar ou caminhar mais alguns passos?
Questões?
Sempre as fiz ou sempre as faço?
Mas onde estão as respostas?

Felipe Hudson