A violência se banaliza,
O rosto sangrando passa a ser mera briga,
A agressão não se evita,
O diálogo não se cogita,
Apenas grita,
E agride como aquele que uma guerra decide,
Não importa se a causa é simples,
Não interessa se havia um desvio,
Apenas colide!
A consequência depois se decide,
De quem foi a culpa ou quais foram as sequelas?
Não há vencedores!
Apenas suplícios,
Martírios,
Do lado de quem apanha ou de quem mais agride,
Ninguém sai ileso quando algo colide,
Tem sofrimento para todos os lados quando a sociedade se denigre,
O pior é pensar que antes da violência é você quem decide,
Mas quem pensa nos dias de hoje?
Quem sente nos dias de hoje?
Quem sente ou pensa no outro?
Quem é o outro na “terra do eu e do meu”?

Felipe Hudson