Gosto que as palavras venham corridas,
Elas sempre vêm em completa desordem,
Fariam “Auguste Comte” se revirar no túmulo,
Chegam sem ordem, sem progresso, sem regresso,
É tão bom quando apenas fluem como sonho,
Mas elas surgem mais como pesadelos,
Rasgando a paz,acelerando o coração,
Desestabilizam emoções e partem,
Como fogo que devora madeira,
Assim é a palavra proferida,
Sem travas, sem medida,
Devora os corações,
Sem remorsos,
Não há pena,
Não há paz!
Nem dó!
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Felipe Hudson