Seres tão imprevisíveis,
Divertem-se derrubando estatísticas e previsões,
Seguem surpreendendo corações por suas mesmices,
Insistem em comportamentos surpreendentemente repetitivos,
Transformam o antigo em novo e novamente o novo em antigo,
Fazem uma corrida em círculos,
Sempre esperando por novas paisagens,
E não adianta alertar sobre a verdade,
Afinal, o que existem são verdades,
Miragens para uns, e para outros realidades,
A busca continua de superar a maldade,
Que proporcionalmente cresce com a vaidade,
Combustível mesclado com o egoísmo que anula o civismo,
Mas promove o bem-estar de poucos,
Que convencem muitos loucos a se espelharem neles,
Um reflexo do que nunca será alcançado,
Pois o futuro de muitos fora por esses poucos retirado.
Eis a roda da vida,
Eis uma das muitas verdades!
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Felipe Hudson